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    sexta-feira, 13 de setembro de 2019

    Assembleia de professores(as) reafirma o enfrentamento à opressão e ao desrespeito à Lei na gestão Rosalba Ciarlini

    Realizada na manhã desta sexta-feira (13), a assembleia dos(as) professores(as) repassou informações acerca da audiência ocorrida na tarde de ontem com o Ministério Público (MP), por solicitação do Sindiserpum para pedir esclarecimentos sobre a notícia de que a mando do MP, a Secretaria Municipal de Educação estava comunicando aos diretores de escolas que informassem aos professores(as) que só iriam registrar as aulas de reposição da greve se a turma tivesse 50% dos alunos presentes.
    O Sindiserpum contestou a exigência da responsabilidade da frequência do aluno recair sobre o(a) professor(a). O promotor substituto, Sasha Alves do Amaral, no termo de audiência 47/2019/4ºPJM afirma: “o MP entende que o pleito apresentado pelo Sindiserpum é razoável, tendo deliberado pela conclusão dos autos para fins de expedição de ofício à SME, de forma a atentar para com os termos de acordo firmado para a reposição das aulas no que toca tanto as obrigações funcionais dos professores, porém, atentando também para a responsabilidade dos pais ou responsáveis”.
    Marleide Cunha, presidente do Sindiserpum, esclarece: “O(a) professor(a) tem a obrigação de estar na escola para reposição das aulas, a responsabilidade da frequência dos alunos é dos pais ou responsáveis. Caso algum(a) professor(a) seja impedido de dar aula e registrá-la, o Sindiserpum acionará a Justiça afim de garantir o direito do aluno e do professor, além de responsabilizar os gestores envolvidos no ato ilícito”.
    Na assembleia discutiu-se ainda a questão da extra-regência e foi deliberado que os professores irão seguir o que está determinado no calendário escolar, tendo em vista que não há qualquer regulamentação por parte da SME para disciplinar o cumprimento da hora atividade. Essa regulamentação será inviável enquanto o município não respeitar um terço da jornada dos(a) pedagogos(a) para a hora atividade.
    Sobre os 0,42% restantes no reajuste da categoria para alinhar-se ao Piso Nacional, os professores traçaram como estratégias de pressão à gestão Rosalba Ciarlini, a confecção de camisetas que serão utilizadas tantos nas escolas como em movimentações, denunciando, cobrando e não deixando barato o descumprimento de mais esta afronta aos direitos dos(as) professores(as) e a valorização da Educação.


    Publicado em 13 de setembro de 2019. © Assessoria de Comunicação Sindiserpum. 

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